A estabilidade interna da União Desportiva do Songo está a ser colocada em causa após denúncias de atraso no pagamento de prémios relacionados com conquistas recentes do clube. Enquanto os adeptos continuam a celebrar os títulos alcançados, nos bastidores o ambiente é descrito como tenso e marcado por frustração.
Fontes ligadas à estrutura do clube afirmam que os jogadores já terão recebido os valores prometidos, mas membros da equipa técnica e trabalhadores administrativos continuam à espera. Segundo relatos, estão em dívida cerca de 250 mil meticais para a equipa técnica e 50 mil meticais destinados aos restantes colaboradores.
Alguns funcionários, falando sob anonimato, alegam que o problema não está ligado ao patrocinador Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), mas sim à gestão interna dos recursos. As mesmas fontes defendem maior transparência e responsabilização na condução financeira do clube.
A situação começa a gerar desconforto dentro da instituição, com vozes a pedirem mudanças na liderança como forma de restaurar a confiança e a estabilidade. Até ao momento, a direção da UDS não reagiu publicamente às acusações.
O caso lança luz sobre desafios administrativos que podem comprometer não apenas o ambiente interno, mas também a imagem de um dos clubes mais competitivos do futebol moçambicano. _futnews24