A sucessão no comando técnico da Seleção Nacional portuguesa começa a ganhar contornos claros nos bastidores do futebol europeu. José Mourinho surge como o nome mais forte para assumir a liderança de Portugal após o Campeonato do Mundo de 2026, num cenário que já está a ser trabalhado internamente pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF).
De acordo com informações avançadas pela imprensa internacional, a FPF não pretende prolongar o ciclo de Roberto Martínez para além do Mundial, independentemente do desempenho da equipa na competição. A ideia passa por iniciar uma nova era com um perfil experiente, vencedor e com forte capacidade de liderança — características que colocam Mourinho no topo da lista.
Nos corredores da Cidade do Futebol, entende-se que a Seleção necessita de um treinador com estatuto global, capaz de gerir um balneário repleto de estrelas e lidar com a elevada pressão competitiva. Mourinho, com passagens marcantes por clubes como Chelsea, Real Madrid e Inter de Milão, encaixa nesse perfil estratégico.
O eventual regresso do técnico português ao centro do projeto nacional poderá provocar um verdadeiro efeito dominó no futebol português. Um dos cenários em cima da mesa aponta para Rúben Amorim como possível sucessor de Mourinho no Benfica, abrindo espaço para uma reorganização profunda no topo dos grandes clubes nacionais já a partir do próximo verão.
Atualmente sob o comando de Roberto Martínez, Portugal vive um período de estabilidade competitiva, coroado com a conquista da Liga das Nações. Ainda assim, o Mundial de 2026 é visto como o teste final do selecionador espanhol, num torneio onde a equipa das quinas volta a assumir o estatuto de candidata ao título.
A confirmar-se, a chegada de José Mourinho à Seleção representaria não apenas uma mudança técnica, mas também simbólica: o regresso de um dos treinadores mais titulados do futebol mundial para liderar um projeto nacional ambicioso, focado em resultados imediatos e afirmação global. (futnews24)