Luka Modrić, símbolo máximo de elegância e inteligência no meio-campo, está prestes a escrever mais um capítulo histórico na sua carreira: disputar mais uma Copa do Mundo, exatamente 20 anos depois da sua primeira participação, em 2006. O croata, que se tornou numa figura incontornável do futebol mundial, volta a mostrar que a sua longevidade não é apenas excecional — é única.
Desde o seu primeiro Mundial, Modrić construiu uma trajetória que poucos jogadores conseguiram igualar. Em 2018, liderou a Croácia até uma final histórica, conquistando o reconhecimento global ao receber o prémio de Melhor Jogador do Torneio. Quatro anos depois, no Qatar, voltou a demonstrar a sua liderança e qualidade, ajudando a Croácia a alcançar o terceiro lugar e consolidando o estatuto de lenda viva.
Apesar da idade avançada, Modrić continua a ser decisivo tanto no clube quanto na seleção. A sua capacidade de ditar o ritmo do jogo, controlar o tempo e transformar jogadas simples em momentos de pura genialidade continua intacta. O físico evoluiu, a experiência cresceu e a leitura de jogo tornou-se ainda mais refinada — elementos que o mantêm competitivo ao mais alto nível.
Aos 40 anos, o médio croata encara mais um Mundial não como uma despedida, mas como uma continuação natural de uma carreira marcada por disciplina, humildade e talento puro. O seu comprometimento com a seleção é inquestionável, e o seu papel como líder dentro e fora de campo é visto como essencial para uma Croácia em renovação.
Modrić prova, mais uma vez, que a classe não envelhece. Vinte anos depois da sua primeira Copa do Mundo, permanece um dos maiores exemplos de longevidade e excelência do futebol moderno — um verdadeiro GOAT, cuja história continua a ser escrita com brilho e respeito. ✨🐐
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