Na noite de 26 de novembro de 2025, o Emirates Stadium foi palco de um espetáculo de autoridade. Num duelo direto entre dois gigantes europeus, o Arsenal impôs seu ritmo, dominou o segundo tempo e garantiu uma vitória contundente por 3–1 sobre o Bayern — derrubando a invencibilidade dos bávaros e assumindo a liderança isolada da fase de grupos da UEFA Champions League.
Timber abre, Karl empata — e os Gunners decidem no segundo tempo

O início do jogo foi de muito estudo e domínio de posse por parte do Bayern. Mas aos 22 minutos, o Arsenal surpreendeu: Jurrien Timber subiu mais alto para desviar de cabeça um canto batido por Bukayo Saka — gol que inaugurou o placar e demonstrou a arma mortal dos Gunners nas bolas paradas.
A resposta bávara veio pouco depois: aos 32, o jovem de 17 anos, Lennart Karl, empatou para o Bayern após jogada rápida e finalização precisa — tornando‑se o primeiro a marcar contra o Arsenal no Emirates numa fase de grupos sob o comando de Mikel Arteta.
Com 1–1 no intervalo, parecia um jogo equilibrado — mas o segundo tempo reservava a virada para os donos da casa.
Domínio tático e profundidade do plantel: Arsenal explode na etapa final
Na segunda etapa, o Arsenal tomou conta do meio‑campo, pressionou com intensidade, capitalizou suas chances e não deu espaço para o Bayern se recompor.
As substituições de Arteta foram decisivas: pouco depois de entrar, Riccardo Calafiori cruzou com precisão e encontrou Noni Madueke — que empurrou para o fundo das redes e marcou seu primeiro gol com a camisa do Arsenal.
E o golpe final veio de Gabriel Martinelli. Em uma arrancada letal, ele driblou o guarda‑redes Manuel Neuer — que saiu desesperado da área — e empurrou para o gol vazio, selando a vitória com autoridade.
Impacto imediato: liderança, invencibilidade e confiança europeia

Com a vitória, o Arsenal chegou a 15 pontos em 5 jogos — 5 vitórias em 5, mantendo 100% de aproveitamento. São agora os líderes absolutos do grupo: praticamente com vaga garantida nas oitavas, e de cabeça erguida para almejar voos altos.
Para o Bayern, a derrota — a primeira da temporada em todas as competições — expôs falhas defensivas e marcou o fim de um longo domínio de resultados.
No vestiário bávaro, o goleiro Neuer descreveu o resultado como “justo”, admitindo que o Arsenal foi superior — especialmente na segunda metade.
Do lado dos Gunners, o técnico Arteta e jogadores como Declan Rice elogiaram a entrega e a consistência. A profundidade do elenco, o domínio físico e a leitura de jogo foram apontados como chaves da vitória.
Mais do que uma vitória — um recado de ambição e poder
Essa vitória não foi apenas sobre três pontos. Foi sobre autoridade, mentalidade e convicção. O Arsenal — já visto como “time refeito” — mostra agora que entrou para disputar títulos e não para cumprir tabela. Derrotar um gigante, com classe, estratégia e ousadia, dá um recado claro: eles estão prontos para brigar até o topo da Europa.
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